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O militar do exército é um profissional que convive com riscos em tempos de paz ou guerra. A atividade requer mentes e físicos preparados, para encarar conflitos, ou na rotina disciplinar da caserna. Em tempos de paz, o dia a dia do militar é bem operacional. Também aos trabalhadores das forças armadas, a gestão do risco ocupacional deve ser para a prevenção. A quantos riscos estão expostos cotidianamente no ambiente de trabalho, o quartel? Como ainda há poucos estudos e fontes sobre SST no setor militar, não posso ir profundamente ao tema. Achei o estudo “Gerenciamento do risco ocupacional no Exército Brasileiro: aspectos normativos e práticos”, de Eduardo Borba Neves, doutor em engenharia biomédica, e quero destacar aqui. A pesquisa de Neves descreve a gestão de “risco que o Exército Brasileiro utiliza em suas atividades, abordando desde a parte normativa-documental até a execução das atividades nos quartéis de tropa”, comparando com a questão de segurança ocupacional indicada pelo Ministério do Trabalho e Previdência Social (nova denominação, conforme reforma administrativa do governo federal).

 

Neves estudou por cinco meses unidades de tropa do Exército Brasileiro. Três grupos hierárquicos participaram da pesquisa, sendo oficiais, sargentos, cabos e soldados. Os profissionais entrevistados exerciam funções de coordenação, fiscalização e execução de atividades de instrução das unidades. Os servidores militares têm suas relações trabalhistas regulamentadas pelo Estatuto dos Militares, diferentemente dos empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), que, no âmbito da gestão de saúde e segurança do trabalho, seguem as Normas Regulamentadoras (NR), que tanto escrevo neste espaço.

 

O pesquisador relata em seu trabalho que, em 2005, o Exército Brasileiro (EB) introduziu um método de gerenciamento de risco, com orientações no Programa de Instrução Militar (PIM) e elaborado pelo Comando de Operações Terrestres (COTER). Na conclusão do estudo, Neves explica que o Exército Brasileiro criou seu próprio processo de gerenciamento de prevenção, voltado especificamente aos riscos de acidentes. No programa, por exemplo, o EB não criou nenhuma normatização que abordasse os riscos físicos, ergonômicos e psicossociais, biológicos e químicos, classificados de acordo com a Organização Pan-Americana da Saúde no Brasil. Dado interessante da pesquisa é que, mesmo em relação à função de para-quedista, em que reconhece a atividade como de risco elevado, tendo procedimentos específicos, a instituição não traça procedimentos que sejam mais efetivos à prevenção de acidentes. Assim também com a atividade de tiro, não há prevenção em nível adequado, em relação aos riscos das duas atividades. Segundo Neves, tal fato pode estar relacionado à falta da percepção de risco por parte dos próprios militares. Ele finaliza seu trabalho recomendando que, em função do grande efetivo do Exército Brasileiro, “tornam-se urgentes medidas que mitiguem os riscos ocupacionais a que estão expostos esses trabalhadores”, escreve. É mesmo uma boa sugestão, tendo em vista a natureza laboral. Parece que uma instituição que tem como capacitação máxima lutar em frentes de batalha, as atividades cotidianas, em estado de paz, não estão sujeitas a risco. O que não é verdade. Ele finaliza recomendando que às atividades dos trabalhadores do Exército em que já há diretrizes nas NRs, o correto seria adotá-las também.

 

Camuflagem

 

Ao escrever sobre SST dos trabalhadores do Exército, não poderia esquecer da camuflagem. A técnica de camuflar para se proteger e ficar fora da vista de sensores do inimigo é utilizada nas operações militares. A tática de alterar a aparência de um alvo para que se misture com o ambiente ao seu redor é usada em uniformes com estampa camuflada, que reduzem a visibilidade. O que muita gente não sabe é que há tecnologia disponível, exclusivo padrão de camuflagem, que dificulta a visualização do militar que se desloca dentro de uma mata ou floresta. O uniforme camuflado é quase invisível quando focalizado por sistemas de visão infravermelho. Para apresentar seus lançamentos inovadores com foco em soluções para operações militares na selva, a Santista Work Solution participa, na semana que vem, entre os dias 17 e 20, em Manaus, Belém, da Expo SIOP SELVA 2015, um Seminário Internacional de Operações na Selva. O principal produto a ser mostrado é o tecido Duracam, com tecnologia similar ao do exército dos EUA. Utilizado em operações noturnas, o uniforme camuflado não é captado por binóculos infravermelhos. Além de proteção, o tecido Duracam é extremamente confortável, com alta resistência e durabilidade. Na feira, em estande montado em parceria com a BDS, confecção em Manaus, de atuação de roupas militares, profissionais, escolares e EPI, a Santista exporá, além de vídeos e mostruário, modelos trajados com uniformes produzidos pelos novos tecidos. Quem for, poderá conferir!

 

Por Emily Sobral

http://www.segurancaocupacionales.com.br/seguranca-do-trabalho-no-ambito-do-exercito-brasileiro/

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Escrevi em setembro um post sobre os trabalhadores de estabelecimentos de assistência à saúde (EAS), justamente aqueles que mais deveriam seguir as normas de saúde, que continuamente deixam o local de trabalho com as vestimentas utilizadas em suas atividades laborais. Volto ao tema: há um verdadeiro “desfile” de trabalhadores de várias categorias profissionais da área da saúde que deixam de seguir a norma que orienta a não utilização de vestimentas próprias aos EASs fora do ambiente de trabalho. Então, os trabalhadores usam jalecos e aventais nas ruas, e nas saídas dos turnos de trabalho há indivíduos uniformizados, com crachás pendurados dirigindo-se a bares, lanchonetes e restaurantes. Entram em carros e ônibus, portando joias, com cabelos longos e soltos, estetoscópios no pescoço, além de pés pouco protegidos. O Conselho Federal de Enfermagem, por exemplo, já instruiu insistentemente, em várias ocasiões, a não apresentarem tal conduta. “Possivelmente, há por parte de quem faz esse tipo de “desfile”, o pensamento que essa atitude propicia uma espécie de glamour, de status social, pois a própria cor branca atrai a atenção das pessoas, bem como cabelos longos e soltos ou joias e/ou outros adornos”, afirma Maria Lúcia do Carmo C. Robazzi, enfermeira e professora da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (USP).

 

Há situações que causam perplexidade. Cumpre indagar: por que será que essas pessoas desrespeitam os princípios de segurança, colocando em risco a própria saúde e a dos outros? Segundo Robazzi, evidentemente essa é uma demonstração clara do desconhecimento das recomendações da própria Organização Mundial de Saúde (OMS), que orienta a utilização restrita de aventais/jalecos apenas aos ambientes adequados. “A NR 32 coíbe exposições desnecessárias dessa natureza, pelo simples fato de que ao sair de um ambiente insalubre (como são os locais distintos dentro de estabelecimentos de assistência à saúde), a roupa teve contato com os mais diversos tipos de microrganismos presentes nesses locais, que estão sendo levados para o ambiente externo, facilitando a contaminação de outras pessoas que não trabalham nos EAS”.

 

Trecho de texto científico de Fatma Selcen Kilinc Balci, publicado no American Journal of Infection Control, do Instituto Nacional de Segurança Ocupacional e Saúde, do Centro de Controle e Prevenção de Doenças de Pittsburgh, PA, diz: “Apesar de desempenharem um papel importante na prevenção e controle de infecção, matérias têxteis e equipamentos de proteção individual (EPI) utilizados em ambientes de cuidados de saúde são conhecidos por ser uma das fontes de infecção cruzada”. Para Robazzi, esse fato deixa claro que as roupas utilizadas nos EASs só devem ser usadas nos ambientes a que se destinam.

 

Ela lembra que não só a vestimenta do enfermeiro, mas a utilizada por médicos, pessoal de laboratório e diversos profissionais técnicos pode levar contaminação ao ambiente externo. “Essa situação deve ser tratada como uma ameaça à saúde pública”, adverte. O vestuário destes trabalhadores acaba sendo um veículo para a contaminação e transmissão de patógenos ao meio externo. “Uniformes, então, podem tornar-se vetores para a transmissão de microrganismos que causam infecções e doenças nos trabalhadores da saúde, pacientes e comunidade. Bactérias são levadas aos lugares públicos e retornam das ruas para os EAS em jalecos dos mais diversos profissionais de saúde”, ensina. Mudar atitudes enraizadas e inadequadas faz parte do papel dos educadores. Aliás, não apenas educar, pois estou falando de categorias profissionais com alto grau de instrução, mas principalmente, conscientizar.

 

Já internamente, o controle da roupa utilizada em ambientes com alta capacidade de contaminação deve ser feito por meio de lavagem frequente, com produtos de limpeza próprios para a diminuição de contaminantes que permanecem depositados nos tecidos. Os componentes presentes no processo de lavagem contribuem para remover ou matar os microrganismos. Os tecidos antimicrobianos recebem a aplicação de micropartículas de acabamento antimicrobiano, geralmente um composto com íon de prata e um composto ligante, também fazem parte do esforço para a eliminação dos riscos biológicos. Essa tecnologia de proteção anticromobial aplicada aos tecidos é um avanço aos setores de saúde. A Santista Work Solution, por exemplo, é uma empresa que dispõe de uma linha de tecidos para a confecção de vestimenta para esses profissionais. O produto age evitando o crescimento de microrganismos, esporos de fungos, bactérias e leveduras, garantindo a integridade do tecido e aumentando sua vida útil. Evita também a formação de manchas produzidas pela contaminação bacteriana e controla o desenvolvimento de ácaros. A inovação nessa linha está no aditivo utilizado, que é finamente fixado no substrato e não migra do tecido para a pele. Na composição do produto não há metais pesados, como arsênico, prata ou fenóis policlorados. Com a característica “inteligente” do tecido, e sua propriedade microbicida higiênica, é possível controlar os odores desagradáveis e proporcionar sensação de bem-estar.

 

Por Emily Sobral

http://www.segurancaocupacionales.com.br/glamour-dos-aess-fazem-profissionais-perderem-o-bom-senso/

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A rua é um espaço público, mas também é um ambiente de trabalho. Segundo Roberto Damatta, estudioso da questão, “na rua, cada um olha por si e Deus olha por todos”. Agora, colocando o tema sob a ótica de saúde e segurança do trabalho, como ficam, então, os trabalhadores que exercem atividades a céu aberto e sob radiação solar? A rua é para carteiros e coletores de lixo, citando as categorias mais reconhecidas pela população, um ambiente de trabalho que oferece riscos ocupacionais específicos e, por incrível que pareça, algumas “vantagens”. “A questão da violência é extremamente negativa e tem sido alvo de estudos”, afirma Tereza Luíza Ferreira dos Santos, pesquisadora e chefe do serviço de Sociologia e Psicologia da Fundacentro.

 

Ainda com frequência, os carteiros e coletores de lixos sofrem com a hostilidade de cães ferozes, que mordem e acidentam. Por sua vez, o estigma de ser um profissional inferior afeta os coletores de lixo. Chamá-los de “lixeiros” reforça a estereotipia criada pela sociedade ao longo de épocas. Como exercem uma atividade diária que depende da capacidade física, em que correr e recolher os resíduos de porta em porta, é sua atribuição principal, os coletores de lixo costumam “voar” durante o trabalho. “Eles falam que é correr para voar mais cedo, o que significa correr para poder ser liberado mais cedo”, explica Tereza.

 

Mas, na prática, as empresas de coleta de lixo estipulam áreas enormes de varrição, e, em geral, por mais que os trabalhadores corram, literalmente, ultrapassam a jornada legal da categoria, que é de 7h20 diárias. “Quando estão trabalhando, eles correm e não andam, pois estão sempre buscando atingir a meta que é coletar a área determinada. Porém, há um fator positivo, que é o trabalho em movimento, que dá sensação de liberdade”, explica. Segundo a pesquisadora, a rua, de fato, possibilita ambiguidades. O contato com as pessoas, a relação com o outro na rua é importante, seja com a criança ou mesmo com o bandido. “A dona de casa, que dá café com leite ao carteiro, ou o dono do bar que libera uma dose de bebida  ao coletor de lixo. A interação é regulada pelos próprios trabalhadores, que fazem alguns ajustes entre eles de modo a possibilitar, por exemplo, uma paquera. Para eles, é bom trabalhar na mesma equipe e no circuito todo dia, pois já conhecem onde estão os sacos de lixo e sabem quem é a dona da casa que lhes dá água. Há esse aspecto positivo, que é a relação com o outro, em que é baseada na solidariedade”, explica.

 

A norma regulamentadora 21, que trata do trabalho a céu aberto, aborda a obrigatoriedade de haver abrigos, ainda que rústicos, capazes de proteger os trabalhadores contra as intempéries da natureza. Outro item da NR 21 estabelece a exigência de medidas especiais contra insolação excessiva, por causa do sol. Há calor, frio, umidade e ventos inconvenientes que os tornam expostos às doenças e aos acidentes. Contra as radiações UV, as empresas precisam dispor de protetor solar. O problema é que a proteção esbarra na inconveniência de precisar aplicar sobre a pele várias vezes durante o dia, na rua, quando termina seu efeito de proteção solar.  “Mas, sabemos que também não é adequado passar o produto na pele com a mão suada e sem lavar”, afirma. Com a chuva, a situação é ainda mais complexa, pois a capa de chuva de cor amarela, que é o equipamento de proteção individual, com certificado de aprovação pelo Ministério do Trabalho e Emprego, não é bem aceita pelos coletores que preferem utilizar um saco de lixo, “transformado” em capa, que não dificulta seus movimentos. “Eles têm a lógica de economia de tempo, principalmente para dar conta do setor ao qual foram designados para recolher os sacos de lixo”, explica. Segundo Tereza, a gestão desse trabalho na rua é feita pelo próprio trabalhador, o que dificulta resolver a questão da capa de chuva. “Cada tarefa desenvolvida na rua tem um componente afetivo, psíquico e subjetivo”. Quando esses trabalhadores burlam as prescrições de segurança, por exemplo, estão buscando um jeito de minimizar o desgaste do trabalho. Apesar de não ter uma chefia imediata, os coletores de lixo contam também com a vigilância dos munícipes, que ligam para reclamar se entenderem que o lixo não foi coletado. Mas essa pressão é compensada, pois a atividade oferece um componente lúdico, como uma criança que corre, tromba com os colegas, canta e grita pelas ruas. “O coletor de lixo é uma eterna criança, porque está sempre na rabeira do caminhão com a mão no saco…”, brinca. Além da exposição às condições climáticas, os trabalhadores sofrem com a ausência de um local para satisfazer suas necessidades fisiológicas. Até hoje não há uma resolução para essa questão tão óbvia que é haver sanitários onde o trabalhador possa fazer a necessidade número “um” ou “dois”.

 

Considerando as temperaturas do planeta que estão ficando cada vez mais elevadas, segundo relatórios de meteorologistas, esses trabalhadores sofrerão bastante, pois são os “sem-arcondicionados”. Em geral, nos escritórios, os trabalhadores encontram no ar condicionado, o refresco para o calor. Sabe-se que o trabalho no calor excessivo provoca mais cansaço e desgasta mais. O efeito natural da alta temperatura é a desidratação, que leva ao aumento da fadiga, e a consequência é o risco de acidente do trabalho pela perda de concentração, ainda que os coletores e os carteiros movimentem-se bastante.

 

O aumento do calor, somado à elevação da umidade do ar, torna mais difícil amenizar a temperatura corporal, o que pode levar a uma queda de produtividade nos meses mais quentes do ano em todo mundo. Trabalhar ao sol não é fácil mesmo. Além dos coletores de lixo e carteiros, os agentes de trânsito sofrem, pois o desgaste é maior nessa época, que chega a reduzir o ânimo.

 

Pioneira na fabricação de tecidos profissionais no Brasil e líder da América Latina, a Santista Work Solution desenvolveu a tecnologia em tecido contra os raios UV, com sua linha Coldblack, que reduz a absorção dos raios solares em cores escuras e promove melhor gerenciamento térmico. O produto reduz a temperatura em até 5 ºC e minimiza o desconforto causado pelo calor. O tecido é ideal para uniformes utilizados por trabalhadores que ficam expostos ao sol durante longos períodos do dia. Sem dúvida, a proteção contra os raios UV é muito importante.

 

Por Emily Sobral

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Estivemos presentes na 6ª edição da Expo Proteção – Feira Internacional de Saúde e Segurança no Trabalho. ótima oportunidade de capacitação e de atualização aos profissionais de Saúde e Segurança do Trabalho.

 

Apresentamos em nosso stand as melhores soluções em uniformização e segurança no trabalho, atendendo aos mais exigentes requisitos de performance.

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Santista Work Solution na ABF Franchising Expo, a maior feira de franquias do mundo que está em sua 24ª edição.

 

A ABF Franchising Expo é o ponto de encontro de empresários, empreendedores e investidores altamente qualificados, reunindo administradoras de shopping centers do Brasil e fornecedores do setor. Um evento que oferece opções de negócios nos mais variados segmentos da economia nacional.

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A Santista Work Solution em parceria com a MN Tecidos participou da 22ª Feira Hospitalar – um dos maiores eventos especializados na área de saúde realizado em São Paulo, de 19 a 22 de maio.

 

A Feira Internacional apresenta Produtos, Equipamentos, Serviços e Tecnologia para Hospitais, Laboratórios, Farmácias, Clínicas e Consultórios, funcionando como palco de novos lançamentos e ponto de encontro entre fornecedores e seus clientes.

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A Santista Work Solution participou da 18ª Prevensul – Feira de Saúde, Segurança do Trabalho e Emergência, uma das mais importantes do segmento na região.

 

Apresentamos em nosso stand as melhores soluções em uniformização e segurança do trabalho, atendendo aos mais exigentes requisitos de performance.

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Pioneira na fabricação de tecidos profissionais e líder da América Latina, a Santista Work Solution apresentou lançamentos inovadores com foco em soluções para o ambiente de defesa na 10ª edição da LAAD – Feira Internacional de Segurança Pública e Corporativa. São soluções de retardante à chama, camuflagem que confunde binóculos infravermelhos e tecidos com repelência a insetos.

 

Em estampas camufladas, a empresa apresentou a alta tecnologia do Duracam, o qual não pode ser captado por binóculos infravermelhos, utilizados em operações noturnas, confundindo a visão do inimigo. A tecnologia ainda não é utilizada em escala no Brasil. A tecnologia Duracam foi desenvolvida sobre o tecido Durapro, produzido com poliamida 6.6 de alta tenacidade, alta resistência à abrasão e rasgos CORDURA®, que é uma marca registrada da INVISTA™.

 

Outro produto inovador é para pilotos de combate. O lançamento Vulcan X3, tecido que contém fibra inerente de aramida com proteção de riscos térmicos provenientes de fogo repentino, é o primeiro retardante à chama com metaramida produzido no Brasil. A proteção é garantida durante toda a vida útil da vestimenta, diferente de outras tecnologias onde o acabamento pode sair após sucessivas lavagens.

 

Outra linha com acabamentos de alta tecnologia é a Tech+, que oferece soluções de repelência a líquidos, evita a absorção de óleo e derivados, e pode também ser antimosquito.

 

O estande da Santista, que simulou um acampamento militar no pavilhão 4 do Riocentro, contou ainda com simulações militares e palestra de Joanthan D.Long, Tenente Coronel que participou de missões no Iraque e Afeganistão. Uma ação de guerrilha com um grupo vestido com uniformes de combate, munidos de armamentos à procura do inimigo, foi um dos atrativos do estande. “Ficamos pensando antes da feira em como mostrar a alta qualidade dos nossos lançamentos de forma atrativa para as pessoas e com essa ação conseguimos, parecem que estão se divertindo bastante com os soldados”, comenta Mauro Preti, diretor da Santista Work Solution.

 

SOBRE A SANTISTA WORK SOLUTION

 

A Santista Workwear, pioneira no mercado de uniformização e líder na América do Sul no segmento de tecidos para uniformes profissionais, investe constantemente no desenvolvimento de produtos, buscando a excelência em desempenho. Possui o maior e mais adequado mix de produtos, oferecendo tecidos tecnológicos e inovadores que unem conforto, segurança, imagem corporativa e adequação funcional, para os mais diversos setores do mercado. Além da excelência em qualidade dos produtos, destaca-se o serviço de consultoria de uniformização que permite o desenvolvimento de projetos personalizados para cada empresa/função e ainda, a uniformização desenvolvida com uma das Confecções Homologadas, recebe a etiqueta de Garantia Total, onde a Santista Workwear garante o tecido e a confecção.

 

SERVIÇO

 

De 14 a 17 de abril
Local: RioCentro
Endereço: Rua Salvador Allende, 6555 – Barra da Tijuca – RJ
Horário: das 10h às 18h

 

Mais informações para a imprensa

 

Francisco Itacarambi – (11) 5502-5461 – [email protected]
Maria Fernanda Pugliesi – (11) 5502-5451 – [email protected]
Assessoria de Imprensa da Santista – Giusti Comunicação Integrada

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